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O Crédito do Trabalhador é uma modalidade de empréstimo consignado destinada a trabalhadores com vínculo formal.
A principal diferença está na forma de pagamento: as parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamento.
É simples. O Crédito do Trabalhador permite solicitar propostas de empréstimo e, depois da contratação, as parcelas são descontadas diretamente da folha de pagamento.
Depois da contratação, o valor da parcela é descontado mensalmente da folha de pagamento.
Isso torna o pagamento mais previsível para a instituição financeira e reduz a necessidade de o trabalhador pagar boletos todos os meses.
Entre no aplicativo utilizando sua conta Gov.br.
Acesse a opção relacionada ao empréstimo consignado.
Essa autorização permite o envio das informações necessárias para que instituições participantes possam apresentar propostas.
As condições podem variar de uma instituição para outra.
Observe principalmente:
- Taxa de juros;
- Valor disponível;
- Valor da parcela;
- Quantidade de parcelas;
- Custo Efetivo Total (CET).
Encontrou uma condição adequada? Siga as orientações da instituição escolhida para finalizar a contratação.
Após a contratação, as parcelas passam a ser descontadas diretamente da folha de pagamento.
As parcelas são descontadas diretamente do salário.
O trabalhador pode avaliar as condições apresentadas antes de contratar.
Boa parte do processo pode ser realizada pelo celular.
Dentro das regras do programa, é possível optar pela utilização de parte do FGTS ou da multa rescisória como garantia.
Como existe maior previsibilidade de pagamento, as instituições podem apresentar condições diferentes das linhas de crédito sem consignação.
Trabalhadores elegíveis com vínculo formal, conforme as regras do programa.
Não necessariamente. A utilização dessa garantia é opcional dentro das regras aplicáveis.
As regras permitem a utilização de até 10% do saldo do FGTS ou até 100% da multa rescisória, quando essa garantia é escolhida.
O pagamento ocorre por meio de desconto na folha de pagamento.
Não. A contratação continua sujeita às condições e análises da instituição financeira.
O desconto da parcela acontece diretamente no salário. Portanto, considere quanto sobrará da sua renda todos os meses depois do pagamento.
Não escolha uma proposta apenas porque o valor liberado é maior. Compare também a taxa de juros, o CET, o número de parcelas e o valor total que será pago.
Tem um smartphone? Em algumas instituições, ele pode ser utilizado como garantia para solicitar um empréstimo.
Nesse modelo, o aparelho fica vinculado à operação de crédito.
O celular não é necessariamente entregue à empresa. Dependendo das condições da instituição, você pode continuar utilizando o aparelho normalmente durante o pagamento.
A lógica é simples: o celular é analisado pela instituição e pode ser utilizado como garantia da operação.
Marca, modelo, idade e características do aparelho podem ser considerados durante a análise.
Por isso, nem todo celular é aceito. Cada instituição pode definir quais aparelhos podem ser utilizados nessa modalidade.
Verifique se a empresa trabalha especificamente com empréstimo com garantia de celular.
Informe seus dados para consultar as condições disponíveis.
Normalmente será necessário informar alguns dados do aparelho:
- Marca;
- Modelo;
- Capacidade;
- Características do aparelho.
A instituição verificará se o smartphone atende aos requisitos da modalidade.
Caso seja elegível, você poderá visualizar o valor disponível e as condições de pagamento.
Antes de continuar, verifique:
- Taxa de juros;
- Custo Efetivo Total (CET);
- Número de parcelas;
- Valor das parcelas;
- Valor total a pagar;
- Regras relacionadas ao celular;
- Consequências em caso de atraso.
Se concordar com as condições, siga as instruções da instituição para concluir o processo.
O próprio smartphone serve como garantia da operação.
O processo costuma ser realizado pelo celular.
O smartphone passa a fazer parte dos critérios utilizados na operação.
Nas operações que permitem isso, o aparelho permanece com o consumidor.
Pode ser uma opção para quem procura outras modalidades de crédito.
Nas modalidades em que o aparelho permanece com o consumidor, não. Você continua utilizando o smartphone.
Não. Cada instituição possui critérios próprios de marcas e modelos aceitos.
Depende. A idade e o modelo do aparelho podem influenciar na elegibilidade.
O valor depende da avaliação realizada pela instituição e das características do aparelho.
Algumas operações podem prever mecanismos tecnológicos relacionados ao aparelho. Verifique essa condição no contrato antes de aceitar a proposta.
Leia cuidadosamente as regras relacionadas ao aparelho. Algumas empresas utilizam tecnologias específicas para vincular o smartphone ao empréstimo.
Entenda quais permissões são solicitadas e o que pode acontecer com o aparelho em caso de atraso.
Também evite empresas que solicitem depósito antecipado para liberar o empréstimo.
Quem possui uma motocicleta também pode utilizar o veículo como garantia para solicitar crédito.
Nesse caso, a instituição avalia a moto e determina as condições que poderá oferecer.
Depois da contratação, a motocicleta normalmente fica alienada à instituição até a quitação da dívida.
Isso não significa que você precisa entregar a moto. Em operações desse tipo, o proprietário normalmente continua utilizando o veículo.
Pense assim: a motocicleta é apresentada à instituição, passa por uma avaliação e pode ficar vinculada ao empréstimo como garantia.
O valor disponível não depende apenas da sua renda. A instituição também pode considerar características da própria motocicleta.
- Valor da motocicleta
- Marca e modelo
- Ano de fabricação
- Documentação
- Situação do veículo
- Critérios internos de crédito
Nem todas as empresas que trabalham com garantia de veículos aceitam motocicletas.
Informe seus dados e as informações básicas da moto para consultar as condições disponíveis.
Podem ser solicitados documentos e informações sobre:
- Modelo;
- Ano;
- Propriedade;
- Documentação;
- Situação da motocicleta.
A instituição verifica se a motocicleta atende aos critérios necessários para a modalidade.
Se a solicitação avançar, você receberá as condições disponíveis para a operação.
Antes de contratar, confira:
- Valor liberado;
- Taxa de juros;
- Custo Efetivo Total (CET);
- Quantidade de parcelas;
- Valor mensal;
- Valor total a pagar.
Leia principalmente as condições relacionadas à alienação da motocicleta e às consequências da inadimplência.
Após a aprovação e formalização da garantia, a instituição seguirá os procedimentos previstos para liberação do crédito.
Normalmente é possível continuar utilizando o veículo durante o contrato.
A motocicleta funciona como garantia da operação.
A existência de um bem vinculado reduz parte do risco da instituição.
As características do veículo ajudam a determinar as condições disponíveis.
As condições de pagamento dependem da instituição e do perfil da operação.
Normalmente, não. O proprietário continua utilizando o veículo durante o contrato.
Depende das regras da instituição. Muitas operações exigem que o veículo esteja quitado e regularizado.
Não. Modelo, ano, valor e documentação podem ser considerados durante a análise.
O valor depende da avaliação do veículo e dos critérios utilizados pela instituição.
Como o veículo pode estar alienado e vinculado à dívida, existem restrições enquanto a garantia estiver ativa.
A inadimplência pode levar à execução da garantia, seguindo as condições contratuais e os procedimentos legais aplicáveis.
Existe um cuidado especialmente importante nessa modalidade: sua moto está vinculada à dívida.
Se as parcelas deixarem de ser pagas e a inadimplência continuar, a instituição poderá adotar os procedimentos previstos no contrato e na legislação para executar a garantia.
Por isso, escolha uma parcela que realmente caiba no seu orçamento durante todo o período do empréstimo.
Qual é a diferença entre as 3 opções?
Para facilitar, pense assim:
Antes de escolher, faça estas 5 verificações
Independentemente da modalidade, não contrate olhando apenas para o valor que será liberado.
1. Confira os juros
Compare as taxas apresentadas pelas instituições.
2. Veja o CET
O Custo Efetivo Total mostra melhor quanto a operação realmente custará.
3. Calcule a parcela no seu orçamento
Veja quanto sobrará da sua renda depois do pagamento mensal.
4. Entenda a garantia
Descubra exatamente o que acontece com o salário, FGTS, celular ou moto durante o contrato.
5. Leia as regras para atraso
Principalmente quando existe um bem vinculado à dívida, entenda as consequências da inadimplência antes de contratar.
Assim, fica mais fácil comparar as três modalidades e entender qual delas está disponível de acordo com a sua situação, seus bens e as condições oferecidas pelas instituições financeiras.
Aviso:
Conteúdo apenas informativo. Condições, taxas, valores, garantias e aprovação variam conforme a instituição e estão sujeitos à análise de crédito e às regras de cada modalidade.